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	<title>Gonçalo Rodrigues &#187; Internet</title>
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	<description>Página pessoal e blog</description>
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		<title>Noções sobre Usabilidade no Web design</title>
		<link>http://www.goncalorodrigues.com/blog/nocoes-sobre-usabilidade-no-web-design/</link>
		<comments>http://www.goncalorodrigues.com/blog/nocoes-sobre-usabilidade-no-web-design/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 12:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gonçalo Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Web design]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ux]]></category>

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		<description><![CDATA[A Usabilidade pretende estudar a facilidade de utilização e compreensão de uma interface, estando directamente ligada à facilidade que o utilizador tem em alcançar os seus objectivos. O estudo da Usabilidade numa aplicação Web é particularmente importante para tornar o site mais eficiente e produtivo. Este artigo pretende dar algumas noções sobre este assunto. Componentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Usabilidade pretende estudar a facilidade de utilização e compreensão de uma <em>interface</em>, estando directamente ligada à facilidade que o utilizador tem em alcançar os seus objectivos. O estudo da Usabilidade numa aplicação Web é particularmente importante para tornar o site mais eficiente e produtivo. Este artigo pretende dar algumas noções sobre este assunto.</p>
<h2>Componentes de Usabilidade</h2>
<p><a href="http://www.useit.com/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.useit.com/?referer=');">Jakob Nielsen</a>, considerado pelo jornal The New York Times como “o guru da usabilidade em páginas de Internet”, definiu Usabilidade em cinco componentes diferentes:</p>
<ul>
<li><strong>Capacidade de Aprendizagem</strong>: Facilidade para os utilizadores realizarem tarefas básicas na primeira vez que encontram o site;</li>
<li><strong>Eficiência</strong>: Rapidez com que os utilizadores podem executar tarefas depois de terem compreendido o design;</li>
<li><strong>Memória</strong>: Facilidade com que os utilizadores conseguem ser eficientes quando voltam ao site, após um período de tempo sem o utilizar;</li>
<li><strong>Erros</strong>: Quantos erros os utilizadores fazem, qual a sua gravidade e como conseguem os utilizadores recuperar desses erros;</li>
<li><strong>Satisfação</strong>: Grau de satisfação dos utilizadores ao utilizar o site.</li>
</ul>
<h2>Principio de George A. Miller&#8217;s</h2>
<p>Deve-se seguir o princípio dos 7+-2 que surgiu fruto dos estudos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_A._Miller" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/George_A._Miller?referer=');">George A. Miller&#8217;s</a>, onde é defendido que os humanos apenas conseguem reter entre 5 a 9 coisas na sua memória de curta duração. Assim, por exemplo deve-se, tipicamente, procurar limitar o número de opções dos menus a 7 opções distintas.</p>
<h2>Regra dos 3 cliques</h2>
<p>A regra dos 3 cliques defende que os utilizadores deixam de utilizar um site de Internet se com 3 cliques não conseguirem encontrar a informação que procuram. O mecanismo de navegação e estrutura hierárquica dos sites a construir deve ser pensado tendo em conta esta regra. Esta regra pode, contudo, não ser obrigatoriamente cumprida, caso o utilizador saiba onde está em cada momento da sua navegação e tenha uma percepção completa de como o sistema funciona.</p>
<h2>Fitt&#8217;s Law</h2>
<p>Identificada por Paul Fitts em 1954, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Fitts" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Fitts?referer=');">Fitt&#8217;s Law</a> é um modelo que estuda o tempo para chegar a uma determinada área em função da sua distância e tamanho do alvo. Esta lei defende que, quanto mais distante e mais pequeno o alvo for, mais tempo é necessário a atingir esse alvo. Esta lei faz todo o sentido quando se trabalha com movimentos de rato e quando se pretende chegar do ponto A ao ponto B. De forma a respeitar este modelo, devem-se, por exemplo, usar botões de tamanho relativamente grande e em localizações próximas de onde o utilizador supostamente estará com o rato posicionado.</p>
<h2>Simplicidade e facilidade de interacção</h2>
<p>Aquando da primeira vez que os utilizadores interagem com um site,  normalmente apreciam um design visual pormenorizado e imagens complexas.  Contudo, posteriormente a essa visita, eles apenas pretendem utilizar  esse site de uma forma rápida e que responda em conformidade com as  suas rotinas.</p>
<p>Se uma <em>interface</em> web for de uso difícil, se for confusa, se não  transmitir a mensagem chave da aplicação, se não permitir entender o  que existe naquela aplicação, se for cansativa e mal organizada, entre  outras questões, o visitante não irá continuar a navegar.  Relativamente a sites de venda de produtos ou de promoção de empresas,  o volume de negócios da empresa pode ser bastante prejudicado caso  exista uma fraca Usabilidade.</p>
<h2>Design de <em>interfaces</em></h2>
<p>Com os seus estudos ao nível do design de <em>interfaces</em>, <a href="http://www.cs.umd.edu/~ben/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.cs.umd.edu/_ben/?referer=');">Ben Shneiderman</a> propôs um conjunto de princípios que derivam da experiência dos utilizadores e que se podem aplicar à maioria dos sistemas interactivos, podendo também ser aplicados no Web Design.</p>
<ul>
<li>Procurar ser consistente;</li>
<li>Permitir aos utilizadores utilizar atalhos;</li>
<li>Oferecer <em>feedback</em> informativo;</li>
<li>Desenhar de forma a ser-se autocontido;</li>
<li>Oferecer mensagens de erro simplificadas;</li>
<li>Permitir a correcção de acções efectuadas;</li>
<li>Dar a noção de controlo ao utilizador;</li>
<li>Reduzir a informação de curta duração ao utilizador;</li>
</ul>
<h2>Testes de Usabilidade</h2>
<p>Jakob Nielsen <a href="http://www.useit.com/alertbox/20000319.html" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.useit.com/alertbox/20000319.html?referer=');">comprovou</a> que o número de problemas de usabilidade  encontrados num teste de usabilidade seguia a fórmula: <img class="alignnone size-full wp-image-1335" src="http://www.goncalorodrigues.com/wp-content/uploads/2010/07/usabilidade_01_formula_Jakob_Nielsen.png" alt="formula_Jakob_Nielsen" width="114" height="24" />, onde <img class="alignnone size-full wp-image-1334" src="http://www.goncalorodrigues.com/wp-content/uploads/2010/07/usabilidade_02_n.png" alt="" width="22" height="18" /> é o  número total de problemas de usabilidade, <img class="alignnone size-full wp-image-1333" src="http://www.goncalorodrigues.com/wp-content/uploads/2010/07/usabilidade_03_L.png" alt="" width="18" height="18" /> a percentagem de problemas  descobertos por um utilizador de testes e <img class="alignnone size-full wp-image-1332" src="http://www.goncalorodrigues.com/wp-content/uploads/2010/07/usabilidade_04_n_02.png" alt="" width="20" height="18" /> o número de utilizadores de  teste. Sabendo que o número <img src="../wp-content/uploads/2010/07/usabilidade_03_L.png" alt="" width="18" height="18" /> tem tipicamente o valor de 31% e  traçando o gráfico da função rapidamente se chega à conclusão que 5 é o valor ideal para o número de utilizadores de teste.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1324" src="http://www.goncalorodrigues.com/wp-content/uploads/2010/07/usabilidade_05_problemas_usabilidade-640x397.png" alt="Problemas de Usabilidade" width="640" height="397" /></p>
<p>Assim, devem ser utilizados apenas 5 utilizadores de teste procurando evitar <em>feedback</em> repetitivo sobre os problemas de usabilidade e procurando manter uma equipa de testes mais coesa.</p>
<p>Existem mais conceitos importantes relativos a este tema, estas são apenas algumas das noções que procuro seguir quando desenvolvo <em>sites</em> para a Internet.</p>
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		<title>Introdução à tipografia para a Internet</title>
		<link>http://www.goncalorodrigues.com/blog/introducao-tipografia-para-internet/</link>
		<comments>http://www.goncalorodrigues.com/blog/introducao-tipografia-para-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 15:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gonçalo Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Web design]]></category>
		<category><![CDATA[tipografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagem retirada do site 72dpi. A tipografia pode ser considerada como uma arte, que tem como principal objectivo esculpir a informação escrita, procurando melhorar a comunicação entre o escritor e o leitor. A tipografia tem, claramente, um papel fundamental na passagem da mensagem pretendida. As fontes a utilizar Relativamente à tipografia na Web, não tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1288" src="http://www.goncalorodrigues.com/wp-content/uploads/2010/07/42_dmulvaneymanhattanmag05_v2.jpg" alt="alfabeto" width="564" height="398" /></p>
<p><span style="font-size: small;">Imagem retirada do <em>site</em> <a href="http://72dpi.cn/?tag=type" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/72dpi.cn/?tag=type&amp;referer=');">72dpi</a>.</span></p>
<p>A tipografia pode ser considerada como uma arte, que tem como principal objectivo esculpir a informação escrita, procurando melhorar a comunicação entre o escritor e o leitor. A tipografia tem, claramente, um papel fundamental na passagem da mensagem pretendida.</p>
<h2>As fontes a utilizar</h2>
<p>Relativamente à tipografia na Web, não tem interesse ter-se uma grande quantidade de fontes para se utilizarem na construção de um <em>site</em>, uma vez que o número de fontes suportadas, por defeito, nos diferentes sistemas operativos é muito reduzido, sendo posteriormente essas as fontes tipicamente disponíveis aos visitantes das páginas. Esta lista de fontes suportadas em todos os sistemas operativos é vulgarmente conhecida por <em>“<a href="http://www.ampsoft.net/webdesign-l/WindowsMacFonts.html" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.ampsoft.net/webdesign-l/WindowsMacFonts.html?referer=');">the safe list</a>”</em>. Existem formas de utilizar fontes fora desta lista. Contudo, estes métodos ainda não são suportados por alguns <em>browsers</em> de Internet.</p>
<p>É tipicamente recomendável o uso de uma <em>&#8220;<a href="http://www.awayback.com/revised-font-stack/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.awayback.com/revised-font-stack/?referer=');">font stack</a>&#8220;</em> por forma a manter um design constante em diferentes sistemas operativos e em diferentes <em>browsers</em>.</p>
<h2>Comprimento da linha</h2>
<p>Para além do tipo de fonte, é também importante o comprimento da linha do texto. Linhas de texto curtas ou demasiado longas podem causar irritação ou um elevado grau de distracção para o leitor. Linhas demasiado curtas apenas devem ser utilizadas para textos muito pequenos, porque para textos grandes forçam o leitor a exageradas mudanças de linha o que acaba por ser um obstáculo à leitura. Relativamente a linhas excessivamente longas, estas tornam difícil a localização da próxima linha a ler, quando o leitor termina de ler a linha anterior. Para os principais conteúdos deverá ser respeitada uma medida entre 40 a 80 caracteres (incluindo espaços) para cada uma das linhas. Idealmente deve-se tentar atingir uma medida na ordem dos 65 caracteres.</p>
<h2>Contraste</h2>
<p>O contraste do texto é também muito importante para uma correcta leitura do seu conteúdo. Um aspecto importante a evitar é a utilização de cores complementares para as combinações entre o texto e seu respectivo fundo. Cores complementares são as cores que se situam do lado oposto uma da outra nos sistemas de cores. No sistema <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/HSV" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/HSV?referer=');">HSV</a> são facilmente identificadas as cores complementares.</p>
<h2>Tamanho da letra</h2>
<p>O tamanho é outro aspecto a ter em conta. Existem alguns <em>sites</em> na Internet, inclusivamente já na era da Web 2.0, que insistentemente utilizam fontes muito pequenas em algumas porções de texto ou inclusivamente no texto todo. Se existe texto numa página, então deve-se conseguir ler facilmente o seu conteúdo, sendo que a adopção de fontes de tamanho muito pequeno em nada ajuda à leitura. Por conseguinte, sempre que possível, é aconselhável a utilização de tamanhos de fonte grandes e nunca abaixo dos 11 <em>pixels</em>.</p>
<h2>Hierarquia</h2>
<p>A hierarquia ao nível da importância de cada pedaço de texto presente numa página é um aspecto de grande influência na mensagem que se pretende passar ao visitante. Os diferentes tamanhos permitem, por um lado, evidenciar os elementos mais importantes numa página e, por outro, possibilitar a visualização de algo muito semelhante a um sumário sobre os assuntos que trata o <em>site</em>. Isto porque mesmo através de um simples piscar de olhos conseguem ser focados os temas e ideias principais de uma forma automaticamente estruturada pelo visitante. É aconselhável que o tamanho seja consistente ao longo de todas as páginas do <em>site</em> para manter alguma uniformização entre o mesmo tipo de componentes.</p>
<h2>A localização dos conteúdos</h2>
<p>Os visitantes reagem também de forma diferente aos textos conforme a sua localização na página. Tipicamente os textos colocados no corpo principal da página terão um impacto superior aos encontrados numa barra-lateral. Contudo, se pretendermos captar uma maior atenção do leitor para a barra-lateral, poderemos compensar, por exemplo, com um aumento do tamanho da letra nesta mesma barra-lateral. Particularmente neste aspecto da localização, é importante seguir algumas das convenções utilizadas na Internet de modo ao utilizador agir de forma instintiva ao primeiro contacto com a página.</p>
<p>A regra de Gutenberg dá algumas indicações importantes sobre este assunto, é possível ler alguma informação (em Inglês) sobre esta regra no <em>site </em>da <em><a href="http://www.nuvographics.com/articles/gutenberg/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.nuvographics.com/articles/gutenberg/?referer=');">NuvoGraphics</a>.</em></p>
<h2>Dar espaço para o texto respirar</h2>
<p>O texto deve conseguir respirar e para isso deve ter espaço. Esse espaço permite focalizar a atenção do visitante no próprio texto que acaba por ser o mais importante para transmitir a mensagem. Uma regra seguida por muitos <em>webdesigners</em> é estabelecer, através do CSS, um espaçamento entre linhas de 140% o tamanho do texto.</p>
<p>Estes são alguns dos aspectos que penso serem importantes na âmbito da tipografia na Internet, se tiverem outros que considerem relevantes não hesitem em partilhar.</p>
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		<title>A tipografia utilizada nos logótipos da Web 2.0</title>
		<link>http://www.goncalorodrigues.com/blog/a-tipografia-utilizada-nos-logotipos-da-web-2-0/</link>
		<comments>http://www.goncalorodrigues.com/blog/a-tipografia-utilizada-nos-logotipos-da-web-2-0/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 22:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gonçalo Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Web design]]></category>
		<category><![CDATA[tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[O logótipo pretende representar graficamente uma determinada marca e para isso faz uso de um desenho, de uma tipografia específica ou de uma fusão de ambos. Neste artigo são listadas as fontes utilizadas nos logótipos de algumas das empresas mais influentes na era da Web 2.0 e são também recomendadas mais 10 fontes, gratuitas, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-973" src="http://www.goncalorodrigues.com/wp-content/uploads/2010/01/logos-tipo-small.jpg" alt="logos-tipo-small" width="500" height="228" /></p>
<p>O logótipo pretende representar graficamente uma determinada marca e para isso faz uso de um desenho, de uma tipografia específica ou de uma fusão de ambos. Neste artigo são listadas as fontes utilizadas nos logótipos de algumas das empresas mais influentes na era da Web 2.0 e são também recomendadas mais 10 fontes, gratuitas, que penso serem adequadas à criação de logótipos semelhantes aos dessas empresas.</p>
<p><span id="more-972"></span></p>
<p>É possível visualizar <a href="http://www.flickr.com/photos/stabilo-boss/101793494/in/set-72057594060779001/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.flickr.com/photos/stabilo-boss/101793494/in/set-72057594060779001/?referer=');">aqui</a> um conjunto com cerca de 400 destes logótipos de empresas da Web 2.0. Os logótipos destas empresas caracterizam-se por usar cores fortes e alegres como o azul, laranja ou verde. Relativamente às fontes existe uma grande diversidade, desde fontes futuristas a outras mais tradicionais, um ponto em comum é a maior utilização de fontes suaves e sem <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serifa" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Serifa?referer=');">serifas</a>. A lista encontra-se de seguida, com o link para cada uma das fontes utilizada.</p>
<ul>
<li>Twitter: <a title="Pico Alphabet (modificada)" href="http://www2.wind.ne.jp/maniackers/pico.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www2.wind.ne.jp/maniackers/pico.html?referer=');">Pico Alphabet (modificada)</a></li>
<li>Last.fm: <a title="National (modificada)" href="http://www.vllg.com/KLIM/National/mudTyper+Weights/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.vllg.com/KLIM/National/mudTyper+Weights/?referer=');">National (modificada)</a></li>
<li>Vimeo: <a title="Black Rose" href="http://www.dafont.com/Black-Rose.Font" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.dafont.com/Black-Rose.Font?referer=');">Black Rose</a></li>
<li>Flickr: <a title="Frutiger Black" href="http://www.fontshop.com/fonts/downloads/linotype/frutiger_std_complete_vp/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.fontshop.com/fonts/downloads/linotype/frutiger_std_complete_vp/?referer=');">Frutiger Black</a></li>
<li>Facebook: <a title="Klavika (modificada)" href="http://new.myfonts.com/fonts/processtype/klavika/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/new.myfonts.com/fonts/processtype/klavika/?referer=');">Klavika (modificada)</a></li>
<li>Digg: <a title="FFF Forward (modificada)" href="http://www.fontfinder.ws/23100/FFF-Forward.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.fontfinder.ws/23100/FFF-Forward.html?referer=');">FFF Forward (modificada)</a></li>
<li>Cork’d: <a title="Triplex" href="http://www.fontshop.com/fonts/downloads/emigre/triplex_serif/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.fontshop.com/fonts/downloads/emigre/triplex_serif/?referer=');">Triplex</a></li>
<li>Grooveshark: <a title="FF Nuvo" href="http://www.anrdoezrs.net/click-3572165-10274031?url=http%3A%2F%2Fwww.fonts.com%2Ffindfonts%2Fdetail.htm%3Fpid%3D4343617&amp;cjsku=4343617" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.anrdoezrs.net/click-3572165-10274031?url=http_3A_2F_2Fwww.fonts.com_2Ffindfonts_2Fdetail.htm_3Fpid_3D4343617_amp_cjsku=4343617&amp;referer=');">FF Nuvo</a></li>
<li>Envato: <a title="Agenda Italic" href="http://www.anrdoezrs.net/click-3572165-10274031?url=http%3A%2F%2Fwww.fonts.com%2Ffindfonts%2Fdetail.htm%3Fpid%3D409034&amp;cjsku=409034" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.anrdoezrs.net/click-3572165-10274031?url=http_3A_2F_2Fwww.fonts.com_2Ffindfonts_2Fdetail.htm_3Fpid_3D409034_amp_cjsku=409034&amp;referer=');">Agenda Italic</a></li>
<li>Tuts+ Network: <a title="Lubalin Graph" href="http://www.anrdoezrs.net/click-3572165-10274031?url=http%3A%2F%2Fwww.fonts.com%2Ffindfonts%2Fdetail.htm%3Fpid%3D201241&amp;cjsku=201241" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.anrdoezrs.net/click-3572165-10274031?url=http_3A_2F_2Fwww.fonts.com_2Ffindfonts_2Fdetail.htm_3Fpid_3D201241_amp_cjsku=201241&amp;referer=');">Lubalin Graph</a></li>
<li>Technorati: <a title="Neo Sans Medium" href="http://www.anrdoezrs.net/click-3572165-10274031?url=http%3A%2F%2Fwww.fonts.com%2Ffindfonts%2Fdetail.htm%3Fpid%3D415090&amp;cjsku=415090" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.anrdoezrs.net/click-3572165-10274031?url=http_3A_2F_2Fwww.fonts.com_2Ffindfonts_2Fdetail.htm_3Fpid_3D415090_amp_cjsku=415090&amp;referer=');">Neo Sans Medium</a></li>
<li>Purevolume: <a title="Avenir Book" href="http://www.fontshop.com/fonts/downloads/linotype/avenir_std_complete_vp/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.fontshop.com/fonts/downloads/linotype/avenir_std_complete_vp/?referer=');">Avenir Book</a></li>
<li>Youtube: <a title="Alternate Gothic No. 2" href="http://www.fontshop.com/fonts/downloads/linotype/alternate_gothic_com_complete_vp/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.fontshop.com/fonts/downloads/linotype/alternate_gothic_com_complete_vp/?referer=');">Alternate Gothic No. 2</a></li>
<li>Basecamp: <a title="Whitney" href="http://www.typography.com/fonts/font_styles.php?productLineID=100026" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.typography.com/fonts/font_styles.php?productLineID=100026&amp;referer=');">Whitney</a></li>
<li>Google: <a title="Catull BQ" href="http://new.myfonts.com/fonts/berthold/catull-bq/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/new.myfonts.com/fonts/berthold/catull-bq/?referer=');">Catull BQ</a></li>
<li>Yahoo: <a title="Yahoo Font" href="http://www.dafont.com/yahoo.font" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.dafont.com/yahoo.font?referer=');">Yahoo Font</a></li>
<li>Hulu: <a title="Futura MDd BT (modificada)" href="http://www.fontyukle.com/en/ara.php?ara=Futura+Md+BT" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.fontyukle.com/en/ara.php?ara=Futura+Md+BT&amp;referer=');">Futura MDd BT (modificada)</a></li>
<li>Bebo: <a title="Neuropol (modificada)" href="http://www.dafont.com/font.php?file=neuropol&amp;page=1&amp;nb_ppp_old=10&amp;text=bebo&amp;nb_ppp=10&amp;psize=m&amp;classt=alpha" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.dafont.com/font.php?file=neuropol_amp_page=1_amp_nb_ppp_old=10_amp_text=bebo_amp_nb_ppp=10_amp_psize=m_amp_classt=alpha&amp;referer=');">Neuropol (modificada)</a></li>
<li>TMZ: <a title="Amelia" href="http://www.fontshop.com/fonts/singles/linotype/amelia_regular/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.fontshop.com/fonts/singles/linotype/amelia_regular/?referer=');">Amelia</a></li>
<li>The ONION: <a title="Eagle Bold" href="http://www.fontshop.com/fonts/singles/creative_alliance/eagle_bold/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.fontshop.com/fonts/singles/creative_alliance/eagle_bold/?referer=');">Eagle Bold</a></li>
<li>Mapquest: <a title="Cheap Motel" href="http://www.dafont.com/cheap-motel.font" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.dafont.com/cheap-motel.font?referer=');">Cheap Motel</a></li>
<li>Linkedin: <a title="Myriad Pro Bold" href="http://www.fontshop.com/fonts/singles/creative_alliance/myriad_pro_bold/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.fontshop.com/fonts/singles/creative_alliance/myriad_pro_bold/?referer=');">Myriad Pro Bold</a></li>
<li>Skype: <a title="Helvetica Rounded Bold" href="http://www.fontshop.com/fonts/singles/linotype/helvetica_rounded_bold/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.fontshop.com/fonts/singles/linotype/helvetica_rounded_bold/?referer=');">Helvetica Rounded Bold</a></li>
<li>Revision 3: <a title="VAG Rounded Black" href="http://www.fontshop.com/fonts/singles/creative_alliance/vag_rounded_std_black/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.fontshop.com/fonts/singles/creative_alliance/vag_rounded_std_black/?referer=');">VAG Rounded Black</a></li>
</ul>
<p>É possível obter mais algumas informações sobre este assunto num <a href="http://fontfeed.com/archives/the-logos-of-web-20/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/fontfeed.com/archives/the-logos-of-web-20/?referer=');">artigo</a> do site da FontFeed que foi publicado no ano de 2006, mas que ainda consegue permanecer bastante actual.</p>
<p>As fontes, gratuitas, que considero bastante interessantes para projectos com a “vertente” Web 2.0 encontram-se mencionadas de seguida. Algumas destas fontes são gratuitas apenas para uso pessoal, por isso é sempre importante consultar as suas licenças antes de serem utilizadas em projectos comerciais.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.dafont.com/alte-haas-grotesk.font" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.dafont.com/alte-haas-grotesk.font?referer=');">Alte Haas Grotesk</a></li>
<li><a href="http://www.dafont.com/arista.font" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.dafont.com/arista.font?referer=');">Arista</a></li>
<li><a href="http://www.josbuivenga.demon.nl/delicious.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.josbuivenga.demon.nl/delicious.html?referer=');">Delicious</a></li>
<li><a href="http://www.ffonts.net/Folks-Light.font" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.ffonts.net/Folks-Light.font?referer=');">Folks-Light</a></li>
<li><a href="http://www.josbuivenga.demon.nl/fontinsans.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.josbuivenga.demon.nl/fontinsans.html?referer=');">Fontin Sans</a></li>
<li><a href="http://www.omkrets.se/typografi/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.omkrets.se/typografi/?referer=');">Miso</a></li>
<li><a href="http://www.dafont.com/moderna.font" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.dafont.com/moderna.font?referer=');">Moderna</a></li>
<li><a href="http://www.typophile.com/node/50437" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.typophile.com/node/50437?referer=');">Quicksand</a></li>
<li><a href="http://www.dafont.com/rezland.font" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.dafont.com/rezland.font?referer=');">Rezland</a></li>
<li><a href="http://ficod.deviantart.com/art/tondo-v0-1-62810784" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/ficod.deviantart.com/art/tondo-v0-1-62810784?referer=');">Tondo</a></li>
</ul>
<p>Se conhecerem outras fontes que se enquadrem com as que foram aqui referidas comentem este artigo e partilhem comigo.<br />
<code><br ></code><br />
Fonte: <a href="http://buildinternet.com/2009/07/fonts-used-in-logos-of-popular-websites/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/buildinternet.com/2009/07/fonts-used-in-logos-of-popular-websites/?referer=');">Fonts Used In Logos of Popular Websites</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comunicação através da Internet na era Web 2.0</title>
		<link>http://www.goncalorodrigues.com/blog/comunicacao-atraves-da-internet-na-era-web-2-0/</link>
		<comments>http://www.goncalorodrigues.com/blog/comunicacao-atraves-da-internet-na-era-web-2-0/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 00:41:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gonçalo Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Já no século IV a.C. Aristóteles afirmava que “O Homem é um animal social”, passados cerca de 2300 anos a realidade permanece e o Homem continua a ser naturalmente carente, necessitando de comunicar com outras pessoas para alcançar a sua plenitude. Contudo, e apesar desta necessidade permanecer inalterada, a Internet, e especialmente a forte adopção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já no século IV a.C. Aristóteles afirmava que “O Homem é um animal social”, passados cerca de 2300 anos a realidade permanece e o Homem continua a ser naturalmente carente, necessitando de comunicar com outras pessoas para alcançar a sua plenitude. Contudo, e apesar desta necessidade permanecer inalterada, a Internet, e especialmente a forte adopção das ideias da Web 2.0, veio alterar drasticamente a forma de comunicação entre as pessoas.</p>
<p>O meio de comunicação agora usado com frequência é a Internet, permitindo o contacto quase instantâneo com qualquer pessoa no mundo. Criam-se por vezes redes bastante complexas e ampliadas, através de serviços como o <a href="http://twitter.com/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/twitter.com/?referer=');">Twitter</a> ou o <a href="http://www.facebook.com" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.facebook.com?referer=');">Facebook</a>, que definem a nossa actividade social na Internet. Ainda assim, continuam a existir alguns núcleos bem definidos onde estão os nossos contactos mais próximos e outros que inclusivamente já conhecemos pessoalmente. Quanto a mim, o maior potencial das aplicações sociais da Web 2.0 é a facilidade com que estes núcleos rapidamente se interligam entre si e também a comodidade com que podemos saltar entre estes conjuntos diferentes de pessoas assumindo rapidamente contextos e papéis diferentes. Desta forma, é assim possível chegar mais comodamente e mais rapidamente a um maior número de pessoas.</p>
<p>No entanto, toda esta facilidade tem um inconveniente que é a falta de um convívio mais natural e transparente entre as pessoas. A Internet ainda não permite um nível de imersão suficiente que possibilite com que as pessoas se relacionem mais espontaneamente e a um nível mais íntimo. Nas interacções com as pessoas que não conhecemos pessoalmente, a Internet desempenha um papel maioritariamente com objectivos profissionais ou ao nível de troca de informações de carácter mais impessoal.</p>
<p><a href="http://www.goncalorodrigues.com/wp-content/uploads/2009/11/levels-intimacy-communication.png"><img src="http://www.goncalorodrigues.com/wp-content/uploads/2009/11/levels-intimacy-communication.png" alt="levels-intimacy-communication" width="600" height="301" /></a></p>
<p><span style="font-size: small;">Imagem da autoria de <a href="http://pleaseenjoy.com" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pleaseenjoy.com?referer=');">Ji Lee’s</a>, clicar <a href="http://www.goncalorodrigues.com/wp-content/uploads/2009/11/levels-intimacy-communication.png">aqui</a> para ampliar.</span></p>
<p>Ainda assim e apesar de estar normalmente associado um nível mais baixo de intimidade a serviços como o Twitter (e até o Facebook) estes podem claramente ter um papel importante num primeiro contacto entre as pessoas. Como referi podem ser excelentes formas de conhecer mais pessoas e também pessoas fora do nosso núcleo habitual do quotidiano, com as quais posteriormente se poderá construir gradualmente algumas amizades.</p>
<p>Não é viável, nem saudável, que a Internet seja o meio exclusivo de comunicação entre as pessoas, mas caso se consiga tirar partido o máximo partido das suas vantagens e atenuar os seus maiores defeitos penso que será cada vez mais um instrumento de união entre todos nós.</p>
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		<title>As nossas vidas cada vez mais na nuvem</title>
		<link>http://www.goncalorodrigues.com/blog/as-nossas-vidas-cada-vez-mais-na-nuvem/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 18:35:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gonçalo Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem-se vindo a verificar-se uma mudança de mentalidades na utilização da Informática e da Internet para o utilizador final, estando a crescer uma filosofia denominada de cloud computing. O cloud computing, de uma forma muito básica, diz respeito à utilização da Internet como uma nuvem onde, entre outras coisas, estão as nossas aplicações e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem-se vindo a verificar-se uma mudança de mentalidades na utilização da Informática e da Internet para o utilizador final, estando a crescer uma filosofia denominada de cloud computing.</p>
<p>O cloud computing, de uma forma muito básica, diz respeito à utilização da Internet como uma nuvem onde, entre outras coisas, estão as nossas aplicações e os nossos documentos. O utilizador é abstraído de todos os requisitos tecnológicos e através da Internet, tipicamente com a utilização de um simples browser, controla e acede aos seus dados. O <a href="http://www.gmail.com" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.gmail.com?referer=');">Gmail</a>, <a href="http://mail.yahoo.com" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mail.yahoo.com?referer=');">Yahoo! Mail</a>, <a href="https://www.getdropbox.com/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.getdropbox.com/?referer=');">Dropbox</a>, <a href="http://www.flickr.com" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.flickr.com?referer=');">Flickr</a> e <a href="http://www.youtube.com" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com?referer=');">YouTube</a>, são alguns exemplos de aplicações que, de certa forma, adoptam o conceito de cloud computing.</p>
<p>Existem várias vantagens para o utilizador comum em utilizar esta filosofia, por exemplo na maioria das vezes não é necessário instalar aplicações na sua máquina. Outra vantagem clara é que o trabalho em equipa e a partilha de dados torna-se muito mais fácil uma vez que toda a informação está fisicamente no mesmo local (na nuvem).</p>
<p>Contudo também existem algumas desvantagens, nomeadamente o facto de se ter que obrigatoriamente confiar nas entidades que fornecem os serviços uma vez que são essas entidades que processam e guardam as informações. Outra típica desvantagem é que, apesar das recentes melhorias, ainda não se consegue um nível de interactividade e de imersão do utilizador tão elevado como se os dados e as aplicações estivessem fisicamente no computador do utilizador.</p>
<p>De seguida encontra-se um infográfico, retirado <a href="http://mozy.com/blog/misc/life-in-the-cloud/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mozy.com/blog/misc/life-in-the-cloud/?referer=');">daqui</a>, que mostra bem esta tendência crescente de todos nós colocarmos cada vez mais as suas nossas vidas na nuvem.</p>
<p><span id="more-806"></span></p>
<p><img src="http://www.goncalorodrigues.com/wp-content/uploads/2009/10/life_in_the_cloud_infographic.jpg" alt="life_in_the_cloud_infographic" title="" width="600" height="6148" class="size-full wp-image-807" /></p>
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		<title>Google Chrome Frame</title>
		<link>http://www.goncalorodrigues.com/blog/google-chrome-frame/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 20:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gonçalo Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[browser]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google Chrome Frame é o novo plugin para o Internet Explorer ( versões 6, 7 e 8 ) que possibilita a visualização de páginas no Internet Explorer como se fossem abertas no Google Chrome. Assim é possível a utilização das mais recentes tecnologias mesmo utilizando o Internet Explorer. Permite, inclusivamente, que o Internet Explorer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google Chrome Frame é o novo <em>plugin</em> para o Internet Explorer ( versões 6, 7 e 8 ) que possibilita a visualização de páginas no Internet Explorer como se fossem abertas no Google Chrome. Assim é possível a utilização das mais recentes tecnologias mesmo utilizando o Internet Explorer. Permite, inclusivamente, que o Internet Explorer use HTML5 e melhora consideravelmente o desempenho de Javascript. Isso é possível porque com este <em>plugin</em> o Internet Explorer consegue renderizar as páginas através do motor WebKit em vez do seu tradicional Trident.</p>
<p>No entanto para funcionar têm de ser tomadas medidas tanto do lado dos utilizadores como do lado dos programadores. Do lado do utilizador é necessário que instalem o já mencionado <em>plugin</em>. Já os programadores têm de adicionar o seguinte pedaço de código no inicio das suas páginas:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="html4strict" style="font-family:monospace;"><span style="color: #009900;">&lt;<span style="color: #000000; font-weight: bold;">meta</span> equiv<span style="color: #66cc66;">=</span><span style="color: #ff0000;">&quot;X-UA-Compatible&quot;</span> <span style="color: #000066;">content</span><span style="color: #66cc66;">=</span><span style="color: #ff0000;">&quot;chrome=1&quot;</span>&gt;</span></pre></div></div>

<p>Quanto a mim este novo <em>plugin</em> irá, especialmente numa fase inicial, alterar pouca coisa. Os utilizadores vulgares não estão interessados ou preocupados em instalar um <em>plugin</em> e talvez mais rapidamente instalem o browser Google Chrome. Do lado dos programadores se não existir uma aceitação global desta prática e se não se colocar esse pequeno pedaço de código no inicio das páginas também condiciona de imediato o sucesso desta iniciativa. </p>
<p>Outro aspecto a considerar é que também poderá surgir uma sensação ainda mais inconsistente entre as páginas de Internet, uma vez que páginas visualizadas com o mesmo browser serão renderizadas de forma diferente, consoante o <em>plugin</em> se encontre instalado ou não. Ainda assim penso que é uma boa iniciativa por parte da Google.</p>
<p></p>
<p><em>Mais informações e download do plugin:</em></p>
<ul>
<li>Página do projecto: <a href="http://code.google.com/intl/pt-PT/chrome/chromeframe/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/code.google.com/intl/pt-PT/chrome/chromeframe/?referer=');">http://code.google.com/intl/pt-PT/chrome/chromeframe/</a></li>
<li>Vídeo que faz a Introdução ao Google Chrome Frame: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=sjW0Bchdj-w" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=sjW0Bchdj-w&amp;referer=');">http://www.youtube.com/watch?v=sjW0Bchdj-w</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Learn Something Everyday</title>
		<link>http://www.goncalorodrigues.com/blog/learn-something-everyday/</link>
		<comments>http://www.goncalorodrigues.com/blog/learn-something-everyday/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 21:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gonçalo Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>

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		<description><![CDATA[Learn Something Everyday é um projecto divertido da empresa Young Design que começou no inicio deste mês e onde todos os dias é publicado um desenho minimalista com um facto menos conhecido. De forma a contribuir é possível enviar factos de forma a que estes sejam associados a uma imagem, feita por eles, sendo esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.goncalorodrigues.com/wp-content/uploads/2009/08/brain-80-water.jpg" alt="brain-80-water" title="" width="500" height="325" class="size-full wp-image-624" /></p>
<p><a href="http://www.learnsomethingeveryday.co.uk/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.learnsomethingeveryday.co.uk/?referer=');">Learn Something Everyday</a> é um projecto divertido da empresa <a href="http://www.weareyoung.co.uk/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.weareyoung.co.uk/?referer=');">Young Design</a> que começou no inicio deste mês e onde todos os dias é publicado um desenho minimalista com um facto menos conhecido. De forma a contribuir é possível enviar factos de forma a que estes sejam associados a uma imagem, feita por eles, sendo esta posteriormente publicada.</p>
<p>De forma a colaborar enviei a letra de uma música do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lazyboy" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/en.wikipedia.org/wiki/Lazyboy?referer=');">Lazyboy</a> intitulada de Facts of Life. Esta música contém diversas curiosidades engraçadas que penso que podem ser interessantes no âmbito deste projecto. A letra da música segue mais abaixo. Contribui tu também com alguns factos curiosos que conheças.</p>
<p>É possível acompanhar este projecto através da sua <a href="http://cargocollective.com/feed-rss.php?url=learnsomethingeveryday" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/cargocollective.com/feed-rss.php?url=learnsomethingeveryday&amp;referer=');">feed</a>.</p>
<p><span id="more-588"></span></p>
<h2>Lazyboy &#8211; Facts of Life</h2>
<p>These are the facts<br />
&#8211;from the Lazyboy<br />
-so help me God</p>
<p>This is who we are, this is what we do, this is what it is<br />
- the bare facts of the life we live<br />
This is who we are, this is what we do, oooo&#8211;oh</p>
<ul>
<li>Did you know, that 1 out of 4 Americans has appeared on tv?</li>
<li>Did you know, 61% of all hits on the internet are on sex-sites?</li>
<li>Everyday 21 newborn babies will be given to the wrong parents</li>
<li>The average person swallows 8 spiders in a year</li>
<li>Cannabis is the most widely abused drug in the world</li>
<li>The average person laughs 13 times a day</li>
<li>Elvis was originally blond</li>
<li>The average age of first intercourse is 15.3 years old</li>
<li>The average erect penis is 5,2&#8243; long &#8211; and 4,2&#8243; circumcised</li>
<li>Eskimoes use refrigerators to keep food from freezing</li>
<li>41% of all people take people with curly hair less seriously</li>
<li>20% of all females have had at least 1 homosexual experience</li>
<li>Did you know, that there is no such thing as an anti-wrinkle-creme?</li>
</ul>
<p>This is who we are, this is what we do, this is what it is<br />
- the bare facts of the life we live<br />
This is who we are, this is what we do, this is what it is<br />
These are the facts of the life that we live<br />
This is who we are<br />
Bare facts of the life we live<br />
This is who we are, this is what we do, this is who we are, are, are, are, are&#8230;</p>
<ul>
<li>22% of the time, a pizza will arrive faster that an ambulance in Great Britain</li>
<li>96% of all women have at one time in their life faked an orgasm</li>
<li>3 people die every year, testing if a 9 volt battery works on their tongue</li>
<li>The &#8216;Guinness Book Of Records&#8217; holds the record for being the most stolen book in public libraries</li>
<li>Butterflies taste with their feet</li>
<li>5% of the population is gay</li>
<li>The worlds best known word is &#8216;okay&#8217;, the second most well-known word is &#8216;Coca-Cola&#8217;</li>
<li>The giraffe can clean its ears with its tongue</li>
<li>Charles Chaplin once won 3rd prize in a &#8216;Charles Chaplin look-a-like contest&#8217;</li>
<li>In 1995 a Japanese trawler sank because a Russian cargo plane dropped a living cow from 30,000 feet</li>
<li>Only one book has been printed in more copies than the Bible &#8211; the IKEA-catalogue</li>
</ul>
<p>This is who we are, this is what we do, this is what it is<br />
- the bare facts of the life we live<br />
This is who we are, this is what we do, this is what it is<br />
These are the facts of the life that we live<br />
This is who we are<br />
The facts of the life we live<br />
This is who we are, this is what we do, this is who we are&#8230;</p>
<ul>
<li>1 cigarette takes away five minutes of a person&#8217;s life</li>
<li>In 1950 we were 3 billion people on the earth &#8211; today we are 6 billion people</li>
<p>(6 billion people, 6 billion)<br />
(time is ticking, ticking, yeah&#8230;)</p>
<li>&#8216;Donald Duck&#8217; was banned in Finland, because he doesn&#8217;t wear pants</li>
<li>74% of all nudist-females are nudists, because their husbands are nudists</li>
<li>More people die from a champagne cork popping, than from poison spiders</li>
<li>21% of all traffic accidents happen because the driver falls asleep</li>
<li>Did you know that originally a danish guy invented the burglar alarm? &#8211; unfortunately it got stolen</li>
</ul>
<p>This is who we are, this is what we do, this is what it is<br />
Yeah, yeah, yeah, yeah&#8230;<br />
This is who we are, this is what we do, this is what it is<br />
Yeah, yeah&#8230;<br />
This is who we are<br />
Bare facts of the life we live<br />
This is who we are, this is what we do<br />
This is who we are, this is what we do</p>
<p>- so help me God</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Inquérito, o estado da blogosfera</title>
		<link>http://www.goncalorodrigues.com/blog/inquerito-o-estado-da-blogosfera/</link>
		<comments>http://www.goncalorodrigues.com/blog/inquerito-o-estado-da-blogosfera/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 10:39:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gonçalo Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[O site +Tráfego está a efectuar um inquérito sobre o estado da blogosfera em Portugal que pretende essencialmente traçar um perfil dos bloggers Portugueses. Penso que este inquérito surge num momento oportuno uma vez que começa a surgir uma certa tendência para abandonar os blogs e aderir a serviços onde são escritos apenas pequenos textos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O site <a href="http://www.maistrafego.pt" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.maistrafego.pt?referer=');">+Tráfego</a> está a efectuar um inquérito sobre o estado da blogosfera em Portugal que pretende essencialmente traçar um perfil dos bloggers Portugueses.</p>
<p>Penso que este inquérito surge num momento oportuno uma vez que começa a surgir uma certa tendência para abandonar os blogs e aderir a serviços onde são escritos apenas pequenos textos. É a massificação do micro-blogging (como por exemplo o Twitter). Na minha opinião isso acontece devido a uma sociedade mais dinâmica e acelerada, onde as pessoas têm cada vez menos tempo para escrever e ler textos mais longos. Com os resultados deste inquérito, além de outras conclusões, irá também ser possível verificar se em Portugal se está a caminhar nessa direcção.</p>
<p>O inquérito demora apenas 2 minutos a responder e a contribuição de cada um é importante de forma a se obterem resultados mais fidedignos.</p>
<p><a href="http://www.survs.com/survey?id=UEPL03DF&#038;channel=971OHK4EPQ" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.survs.com/survey?id=UEPL03DF_038_channel=971OHK4EPQ&amp;referer=');"><strong>Responder ao inquérito</strong></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.goncalorodrigues.com/blog/inquerito-o-estado-da-blogosfera/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>O fenómeno dos blogs</title>
		<link>http://www.goncalorodrigues.com/blog/o-fenomeno-dos-blogs/</link>
		<comments>http://www.goncalorodrigues.com/blog/o-fenomeno-dos-blogs/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 13:53:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gonçalo Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[bloggers]]></category>
		<category><![CDATA[rede-social]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos acontecimentos mais relevantes da Internet na actualidade é o crescimento exponencial do número de blogs. Inicialmente avaliado como um fenómeno passageiro e restrito a uma minoria de utilizadores, rapidamente se verificou o contrário e os blogs começaram a proliferar a um ritmo vertiginoso. Surgiu um novo espaço na Internet, caracterizado pela liberdade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos acontecimentos mais relevantes da Internet na actualidade é o crescimento exponencial do número de blogs. Inicialmente avaliado como um fenómeno passageiro e restrito a uma minoria de utilizadores, rapidamente se verificou o contrário e os blogs começaram a proliferar a um ritmo vertiginoso. Surgiu um novo espaço na Internet, caracterizado pela liberdade de expressão, onde existe a possibilidade de cada um de nós partilhar pensamentos e opiniões com pessoas de todo o mundo. Esse espaço é o conjunto de todos os blogs e forma uma nova comunidade conhecida como blogosfera. Este artigo pretende abordar a liberdade de expressão, proporcionada pelos blogs, levantar questões e procurar respostas, convidando-o a reflectir sobre o fenómeno blog. O presente texto ambiciona também, de uma forma sucinta, dar uma visão geral sobre o que são os blogs, explicando alguns conceitos básicos, mas especialmente despertar o leitor para o potencial que estes têm enquanto veículos de comunicação.</p>
<p>Existem várias obras sobre o tema que aconselho o leitor mais curioso a consultar, caso pretenda mais informações sobre o assunto. Destaco a dissertação de mestrado de Artur Vasconcelos Araújo intitulada de “Weblog e Jornalismo: os casos de No Mínimo Weblog e Observatório da Imprensa (Bloi)” (São Paulo, 2006) e também um trabalho de Catarina Rodrigues intitulado “Blogs e a fragmentação do espaço público” (Portugal, 2006).</p>
<p>A abordagem seguinte procura que o documento seja de fácil interpretação, inclusivamente para leitores não familiarizados com a área das novas tecnologias. Em primeiro lugar será explicado o nascimento do termo blog, seguindo-se uma reflexão por diversos tópicos intrinsecamente relacionados com o fenómeno dos blogs, sendo o artigo finalizado com uma breve conclusão.</p>
<p><span id="more-340"></span></p>
<h2>Nascimento</h2>
<p>O termo blog é descendente de weblog. Weblog foi inventado por Jorn Barger e utilizado pela primeira vez no dia 17 de Dezembro de 1997. A palavra resulta da abreviatura das palavras inglesas web (rede) e log (diário de bordo onde os navegadores registavam os pormenores das viagens que realizavam). A sua abreviatura blog surgiu fruto de uma brincadeira de Peter Merholz que separou a frase e escreveu no seu weblog, em Abril de 1999, “we blog”. Rapidamente um weblog passou a ser conhecido simplesmente como blog.</p>
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<h2>Aspectos Técnicos</h2>
<p>Um blog é um website, mas com a diferença de possuir software próprio que o suporta. Este software permite fazer a gestão de conteúdos de forma fácil e intuitiva para o utilizador. As pessoas responsáveis pela manutenção destes websites são intituladas de bloggers. Tradicionalmente os conteúdos dos blogs aparecem organizados do mais recente para o mais antigo. Cada parte do conteúdo é conhecida por entry. Ao escrever qualquer coisa no blog diz-se que se está a escrever um post. Cada post entry é identificado com a data em que foi escrito e normalmente também com o tipo de assunto, ao qual fica associada uma categoria. O software que suporta o blog é responsável por fazer o upload da nova entry e colocá-la na página principal do blog, associando-lhe um endereço de Internet único.</p>
<p>Outro aspecto a considerar num blog são os blogroll, conjunto de links para outros blogs. Possuir um link para um blog no blogroll de blogs de grande qualidade torna-se uma honra e pode trazer uma maior visibilidade ao blog menos conhecido. Os leitores do blog podem, se o autor o permitir, deixar comentários sobre os diferentes post entry ou ainda permitir trackbacks, que consistem na possibilidade de deixar links para o seu próprio blog. Outro aspecto técnico importante é relativo ao RSS (really simple syndication) e aos newsreaders; muitas pessoas lêem o conteúdo dos blogs através de mecanismos conhecidos como newsreaders (programas ou serviços de Internet que agregam os conteúdos disponibilizados por RSS) passando os blogs, neste caso, a serem conhecidos como feeds.</p>
<p>Existem muitas ofertas destes serviços que permitem a criação de blogs, os mais conhecidos em todo o mundo são o <a href="http://www.blogger.com" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.blogger.com?referer=');">Blogger</a>, <a href="http://www.blog.com" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.blog.com?referer=');">Blog.com</a> e o <a href="http://www.wordpress.com" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.wordpress.com?referer=');">WordPress</a>. Em Portugal os mais utilizados são: <a href="http://www.blog.pt" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.blog.pt?referer=');">Blog.pt</a>, <a href="http://blogs.sapo.pt" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/blogs.sapo.pt?referer=');">Blog do Sapo</a> e <a href="http://weblog.com.pt" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/weblog.com.pt?referer=');">Weblog.com.pt</a>.</p>
<p></p>
<h2>A Web 2.0 ou Web-social</h2>
<p>Ao falar em blogs é importante esclarecer o leitor para outro conceito intimamente relacionado com estes, a intitulada Web 2.0 ou também conhecida como web-social (rede-social). Este conceito pretende designar a revolução existente que procura usar a Internet como uma plataforma que tira partido do conhecimento colectivo e através dele vai-se construindo e aperfeiçoando.</p>
<p>A Internet antes desta revolução funcionava como uma rede que ligava diversos serviços, cada qual com as suas características próprias. A Web 2.0 traduz-se como uma gigante plataforma, que comunica e partilha conteúdos e serviços, onde os conteúdos produzidos por cada um de nós adquirem o seu espaço e obtém a divulgação adequada. A própria consulta dos assuntos publicados proporciona indicadores de popularidade que podem ser usados para uma melhor classificação e selecção da informação.</p>
<p>Os blogs assentam exactamente neste princípio da web-social (rede social), transformando-se os diversos conteúdos disponibilizados nos blogs em informação pública e comum, com a possibilidade de ser comentada e/ou corrigida.</p>
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<h2>Diferentes Formatos</h2>
<p>Os blogs podem assumir diferentes formatos, utilizando distintas formas de comunicação. Em termos gerais, e de uma forma redutora, é possível classificar os diferentes formatos dos blogs em: tradicionais, photoblogs, podcasts e vlogs.</p>
<p>Os tradicionais podem combinar texto, imagem, som e vídeo e são o objecto de estudo principal deste documento. Já os photoblogs são vocacionados para a imagem e fotografia, sendo um dos principais fornecedores deste tipo de serviço o <a href="http://www.photoblog.com" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.photoblog.com?referer=');">Photoblog</a>. Os podcasts fazem uso do som como meio de comunicação e nos vlogs os conteúdos são essencialmente pequenos vídeos.</p>
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<h2>Meio de Comunicação &#8211; “Existo logo partilho”</h2>
<p><img title="" class="size-full wp-image-346" src="http://goncalorodrigues.com/wp-content/uploads/2009/08/061220_descartes_blogger.gif" height="250" alt="descartes-blogger" width="447" /><span><br /></span></p>
<p>A Imprensa permite esclarecer o leitor sobre um determinado assunto, mas não o ajuda a formar uma posição critica sobre ele. Os blogs assumiram-se como uma nova ferramenta que possibilita a cada um de nós, não apenas uma postura receptiva perante a actualidade, mas também a possibilidade de expressar o nosso ponto de vista sobre determinados assuntos. Os bloggers estão atentos ao que os meios de comunicação social relatam e fazem uma abordagem, numa perspectiva muito própria, dos temas divulgados pelos media, podendo em algumas ocasiões ser o próprio blog a divulgar um tema ou notícia à sociedade civil.</p>
<p>Um blog permite ao cidadão, em nome individual ou em grupo, transmitir opiniões, partilhar estados de alma, fazer denúncias… É uma ferramenta que confere total liberdade a quem escreve. Claro que este aspecto positivo pode rapidamente transformar-se numa arma perigosa, quando o blog é utilizado para espalhar boatos ou difamar pessoas ou instituições. Este assunto será analisado com maior profundidade no tópico dedicado ao conjunto de vantagens e desvantagens associadas a um blog.</p>
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<h2>Evolução &#8211; Os números associados ao fenómeno</h2>
<p>A blogosfera cresceu a um ritmo espantoso. Em 1999 o número de blogs era estimado em menos de 50. No final de 2000, esse valor era de poucos milhares. Três anos depois, os números saltaram para os 3 milhões. Actualmente, e de acordo com o estudo State of Blogosphere da Technorati, existem mais de 130 milhões de blogs. O número de posts também aumenta a um ritmo alucinante, cerca de 900 mil de posts por dia, o que se traduz em cerca de 1 post por segundo.</p>
<p>É também particularmente interessante o facto de que existem estatísticas que confirmam que a blogosfera reage de imediato a acontecimentos sociais, verificando-se um aumento do número de posts e comentários particularmente nessas ocasiões.</p>
<p>Relativamente ao idioma utilizado na escrita o Inglês é a língua dominante com cerca de 39% da totalidade da blogosfera. O Japonês apresenta-se em segundo lugar com 31% e em terceiro vem o Chinês com cerca de 12%. O Português conta apenas com 2%, o que não deixa de ser algo estranho visto ser a sétima língua mais falada do mundo e a terceira mais falada do mundo ocidental. Uma explicação possível para esta ínfima percentagem pode residir na adopção do Inglês, como língua escolhida para expor os conteúdos, em detrimento da língua de Camões.</p>
<p>Em Portugal são os professores, jornalistas e estudantes os mais entusiastas do universo blog, seguindo-se gestores, advogados e arquitectos. O utilizador tipo tem uma idade compreendida entre os 25 e os 39 anos e é do sexo masculino. Embora a utilização dos blogs seja fácil e intuitiva, em Portugal, os seus utilizadores principais são jovens com alguma instrução académica, provavelmente por estarem mais receptivos a novos modelos de vida e também por se encontrarem mais à vontade na área das novas tecnologias. Quanto ao facto de serem na maioria do sexo masculino tal poderá ser explicado pela mentalidade ainda retrógrada, vivida em Portugal, de que as mulheres devem estar confinadas a tarefas domésticas e educação dos filhos, deixando-lhes pouco tempo para poderem usufruir desta nova forma de comunicação.</p>
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<h2>Evolução &#8211; Mudanças de Mentalidades</h2>
<p>No entanto não é apenas ao nível de números que a blogosfera evoluiu. Verifica-se também uma mudança de mentalidades. Através de pesquisa efectuada, parece-me lógico e aceitável dividir a história dos blogs em três fases distintas. No início, os blogs eram especialmente combinados com uma página pessoal para que assim fosse possível encontrar outras pessoas com os mesmos interesses. Numa segunda fase, os bloggers começaram a perceber o poder dos blogs e passaram a utilizá-los para comentarem eventos noticiosos de forma quase instantânea, muitas vezes analisando quase em directo o que se passava na televisão. Posteriormente, numa terceira fase, os blogs passaram a ter um papel preponderante traduzindo-se muitas vezes eles próprios como fontes de informação dos media. É claro que estas evoluções não são estanques e os blogs da actualidade tendem a basear-se um pouco na união das três fases anteriores.</p>
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<h2>Diferentes Categorias</h2>
<p>Os blogs são por norma espaços em constante mutação e a sua classificação torna-se complicada. No entanto, de uma forma algo subjectiva podemos tentar classificar os seus conteúdos em áreas de interesse. Normalmente caracterizam-se por serem observadores da actualidade, temáticos ou simples diários pessoais.</p>
<p>No caso de serem observadores da actualidade, os blogs assumem um papel informativo e crítico intimamente ligado à área do jornalismo. Os temáticos vivem de comentários a notícias e acontecimentos sobre um determinado assunto ou área. Os de cariz pessoal funcionam mais como um diário, abrindo a vida pessoal do seu autor ao mundo. Podem também existir blogs que agregam uma ou mais características destas três categorias.</p>
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<h2>Sucesso ou Insucesso de um Blog?</h2>
<p><img title="" class="size-full wp-image-347" src="http://goncalorodrigues.com/wp-content/uploads/2009/08/070108_blogging_nothing.gif" height="250" alt="blogging-nothing" width="447" /><span><br /></span></p>
<p>O sucesso ou insucesso de um blog está intimamente relacionado com a qualidade da escrita, comentários proferidos e argumentos utilizados. A natureza dos conteúdos é também muito importante, sendo normalmente aspectos relacionados com a actualidade os mais procurados. Outro ponto importante é a projecção feita a um determinado blog. Talvez o meio mais fácil para atingir este objectivo seja através da utilização de hiperligações em locais estratégicos da Internet que direccionem o utilizador para o blog.</p>
<p>Existe também uma luta saudável entre bloggers de forma a descobrir qual deles ganha mais notoriedade, normalmente baseada em índices estatísticos, como por exemplo número de visitas ou de comentários.</p>
<p>A blogosfera está em constante renovação e o fim de blogs marca o início de outros. Um blog pode terminar por diversos motivos desde desentendimentos entre autores até à sua má qualidade. Outros nascem com a ambição de ter visibilidade perante um determinado grupo de pessoas.</p>
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<h2>Vantagens e Desvantagens</h2>
<p>O maravilhoso mundo da Informática abriu novas janelas a quem se aventura no contacto com esta ciência. No caso particular dos blogs são inúmeras as vantagens proporcionadas ao utilizador. O acesso é gratuito, sendo apenas necessário possuir ligação à Internet. A construção de um “diário” on-line é feita com o mínimo de conhecimentos técnicos estando acessível a todos e permite uma permanente actualização dos conteúdos. A confidencialidade é outro aspecto importante pois o autor pode optar por um pseudónimo, a liberdade de expressão é real. Isto é importante porque em muitas situações o pensamento individual do cidadão é vítima da vontade do grupo onde ele está inserido. Isso acontece na empresa onde ele exerce a sua actividade laboral, no seio do movimento político a que pertence ou numa simples conversa na mesa do café, com o grupo de amigos. O blog pode ser um bom escape para libertar o que muitas vezes é verbalizado por receio de colisões com a vontade da maioria.</p>
<p>O blog pode funcionar como instrumento para divulgação de ideias ou projectos, ou muito simplesmente como arma para combater a solidão, flagelo que afecta cada vez mais pessoas, em particular nos países industrializados. Pode também ser uma excelente fonte de conhecimentos a explorar pelos estudantes na elaboração dos seus trabalhos escolares.</p>
<p>Claro que o universo blog não é pintado unicamente a cor-de-rosa. Alguns blogs são escritos com cores muito cinzentas, por exemplo, os que têm como objectivo difamar pessoas / instituições, muitas vezes lixo que contribui para a poluição do ciberespaço. Na década de 40 do século XX, Allport e Postman, estabeleceram uma lei que explica a rapidez com que os boatos são espalhados. Quanto mais importante e ambíguo for o boato mais célere será a sua difusão, situação quantificada através da fórmula: Rumor = Importância x Ambiguidade. Se adicionarmos um meio eficaz de disseminação, por exemplo um blog, o resultado pode ser devastador para a pessoa ou grupo que é visado no boato.</p>
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<h2>Conclusão</h2>
<p>Desde a invenção da escrita pelas antigas civilizações até aos nossos dias, o Homem percorreu um caminho extraordinário de invenções, conquistas e descobertas. A Internet revolucionou as sociedades industrializadas, na última década do século XX, e assume-se hoje como instrumento imprescindível nas nossas vidas. Os blogs nasceram neste terreno fértil porque o Homem, desde sempre, é um ser curioso, crítico e que tem uma vontade enorme em comunicar. Resta agora esperar que saibamos olhar de olhos bem abertos para o futuro e aproveitar com responsabilidade e inteligência todas as suas potencialidades.</p>
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<p>Fontes:</p>
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<li>Artur Vasconcelos Araújo (2006) Weblog e Jornalismo: os casos de No Mínimo Weblog e Observatório da Imprensa (Bloi), São Paulo.</li>
<li>Catarina Rodrigues (2006) Blogs e a fragmentação do espaço público, Universidade da Beira Interior, Portugal.</li>
<li>João Canavilhas, Blogues políticos em Portugal: O dispositivo criou novos actores? Universidade da Beira Interior, Portugal.</li>
<li>Paulo Querido e Luís Ene (2003) Blogs, Centro Atlântico, Portugal.</li>
<li>Brad Hill (2006) Blogging for Dumies, Wiley Publishing, Indiana.</li>
<li>Technorati State of the Blogosphere, 2008, <a href="http://technorati.com/blogging/state-of-the-blogosphere/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/technorati.com/blogging/state-of-the-blogosphere/?referer=');">http://technorati.com/blogging/state-of-the-blogosphere/</a>.</li>
<li>Weblog, Wikipedia PT, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Blogs" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Blogs?referer=');">http://pt.wikipedia.org/wiki/Blogs</a>.</li>
<li>Blog, Wikipedia EN, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Blog" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/en.wikipedia.org/wiki/Blog?referer=');">http://en.wikipedia.org/wiki/Blog</a>.</li>
<li>BLaugh, <a href="http://blaugh.com" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/blaugh.com?referer=');">http://blaugh.com</a></li>
</ul>
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