As nossas vidas cada vez mais na nuvem
Tem-se vindo a verificar-se uma mudança de mentalidades na utilização da Informática e da Internet para o utilizador final, estando a crescer uma filosofia denominada de cloud computing.
O cloud computing, de uma forma muito básica, diz respeito à utilização da Internet como uma nuvem onde, entre outras coisas, estão as nossas aplicações e os nossos documentos. O utilizador é abstraído de todos os requisitos tecnológicos e através da Internet, tipicamente com a utilização de um simples browser, controla e acede aos seus dados. O Gmail, Yahoo! Mail, Dropbox, Flickr e YouTube, são alguns exemplos de aplicações que, de certa forma, adoptam o conceito de cloud computing.
Existem várias vantagens para o utilizador comum em utilizar esta filosofia, por exemplo na maioria das vezes não é necessário instalar aplicações na sua máquina. Outra vantagem clara é que o trabalho em equipa e a partilha de dados torna-se muito mais fácil uma vez que toda a informação está fisicamente no mesmo local (na nuvem).
Contudo também existem algumas desvantagens, nomeadamente o facto de se ter que obrigatoriamente confiar nas entidades que fornecem os serviços uma vez que são essas entidades que processam e guardam as informações. Outra típica desvantagem é que, apesar das recentes melhorias, ainda não se consegue um nível de interactividade e de imersão do utilizador tão elevado como se os dados e as aplicações estivessem fisicamente no computador do utilizador.
De seguida encontra-se um infográfico, retirado daqui, que mostra bem esta tendência crescente de todos nós colocarmos cada vez mais as suas nossas vidas na nuvem.
Anatomia Tipográfica
No ano de 2008 Paulo de Loyola criou um infográfico bastante útil com um glossário visual dos elementos de composição de um caractere tipográfico. Apenas numa imagem conseguiu resumir e interligar um conjunto de informações importantes sobre a anatomia tipográfica. É um recurso perfeito para consultas rápidas ou para quem não tem muito conhecimento na área e pretende aprender um pouco mais sobre o universo da tipografia.
Clicar aqui para ver a imagem no tamanho original. Também é possível descarregar no formato pdf.
Google Chrome Frame
O Google Chrome Frame é o novo plugin para o Internet Explorer ( versões 6, 7 e 8 ) que possibilita a visualização de páginas no Internet Explorer como se fossem abertas no Google Chrome. Assim é possível a utilização das mais recentes tecnologias mesmo utilizando o Internet Explorer. Permite, inclusivamente, que o Internet Explorer use HTML5 e melhora consideravelmente o desempenho de Javascript. Isso é possível porque com este plugin o Internet Explorer consegue renderizar as páginas através do motor WebKit em vez do seu tradicional Trident.
No entanto para funcionar têm de ser tomadas medidas tanto do lado dos utilizadores como do lado dos programadores. Do lado do utilizador é necessário que instalem o já mencionado plugin. Já os programadores têm de adicionar o seguinte pedaço de código no inicio das suas páginas:
<meta equiv="X-UA-Compatible" content="chrome=1">Quanto a mim este novo plugin irá, especialmente numa fase inicial, alterar pouca coisa. Os utilizadores vulgares não estão interessados ou preocupados em instalar um plugin e talvez mais rapidamente instalem o browser Google Chrome. Do lado dos programadores se não existir uma aceitação global desta prática e se não se colocar esse pequeno pedaço de código no inicio das páginas também condiciona de imediato o sucesso desta iniciativa.
Outro aspecto a considerar é que também poderá surgir uma sensação ainda mais inconsistente entre as páginas de Internet, uma vez que páginas visualizadas com o mesmo browser serão renderizadas de forma diferente, consoante o plugin se encontre instalado ou não. Ainda assim penso que é uma boa iniciativa por parte da Google.
Mais informações e download do plugin:
- Página do projecto: http://code.google.com/intl/pt-PT/chrome/chromeframe/
- Vídeo que faz a Introdução ao Google Chrome Frame: http://www.youtube.com/watch?v=sjW0Bchdj-w
Erro em função recursiva

Imagem da autoria de Žiga Aljaž.
Ao ver esta imagem recordei as aulas de programação onde os meus Professores utilizavam sempre as Matrioshkas para ilustrar o mecanismo de programação recursiva.
Existem dois erros que frequentemente são cometidos e que acontecem por não se perceber bem este mecanismo de programação. Por um lado a incorrecta definição do ponto-de-paragem, neste ponto o problema tem de ser resolvido sem recurso à recursividade sendo muitas vezes algo semelhante a um limite superior ou inferior da regra geral. O outro erro comum é o facto da regra geral não estar a caminhar correctamente na direcção do ponto-de-paragem, sendo necessário que através da invocação recursiva se esteja cada vez mais a convergir para o ponto-de-paragem. Se não se cometerem estes erros e caso não se subestime a “força”* a programação recursiva pode ser uma ferramenta bastante útil.
* Darth Vader: Don’t underestimate the Force.
Mais informações sobre este tema:
Preparar e realizar apresentações em público

Penso que as competências de falar em público e de realizar apresentações têm cada vez mais um papel importante na vida de cada um de nós. Assim resolvi agrupar 10 conselhos básicos que considero fundamentais para melhorar a preparação e a realização de apresentações em público.
