SLATES, técnicas da Web 2.0 em sites empresariais

O marketing e a publicidade on-line mudaram bastante com o surgimento da Web 2.0. As empresas já não podem simplesmente comunicar, mas devem também aprender a interagir. A publicidade deixou de ser uma via unidireccional, onde a empresa emite uma mensagem que o consumidor recebe. A Internet é feita de pessoas, a publicidade deve agora basear-se no relacionamento entre a empresa e as pessoas, que devem ser encaradas como potenciais clientes.

Andrew McAfee definiu 6 características através do acrónimo SLATES (Search; Links; Authoring; Tags; Extensions; Signals) que podem potenciar empresas neste paradigma da Web 2.0.

  • Procura (Search): Deve ser possível aos utilizadores pesquisarem informação através de um motor de pesquisa presente no próprio site, sendo essa pesquisa o mais inteligente possível. Por outro lado os sites criados devem estar optimizados para os diversos motores de busca (Google, Bing, Yahoo) fazendo uso de técnicas de SEO.
  • Links: Promover uma ligação de informação inteligente e intuitiva, com poucas barreiras a um nível social. Como a utilização de links em locais estratégicos, como no fundo de todas as páginas. Também procurando colocar links em locais estratégicos na Internet, como por exemplo em sites de empresas parceiras.
  • Dar a voz às pessoas (Authoring): Deve ser estimulada a participação activa por parte dos visitantes dos sites, nomeadamente encorajando e fornecendo a possibilidade de comentarem os artigos publicados. Criando canais de comunicação como o Twitter ou o Facebook também facilitam a uma maior aproximação aos potenciais clientes acabando por encorajar à sua maior participação para com a empresa.
  • Tags: Deve ser feita uma categorização de conteúdos através de tags, de forma a facilitar a pesquisa desses conteúdos pelas pessoas e facilitar a percepção dos assuntos que a empresa trata.
  • Extensões (Extensions): Recorrer a tecnologias mais dinâmicas e avançadas, tornando os diferentes sites mais modernos. Um exemplo será numa loja on-line informar o utilizador de que quem comprou um determinado produto X também adquiriu os produtos Y e Z. Ou criar mecanismos que informem os utilizadores dos produtos mais adequados para eles.
  • Enviar sinais (Signals): Usar tecnologias de sindicação (feeds) que permitam aos utilizadores receberem notificações de novos conteúdos. Outra hipótese é a criação de uma newsletter periódica.

Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/SLATES


Dicas simples de fotografia

fotografo

Fotografia de Lewis Dean.

Com este pequeno artigo pretendo partilhar 10 dicas sobre fotografia que aprendi desde que me tornei um curioso nesta área.

1 – Fotografar cedo e fotografar tarde

Ao se fotografar ao nascer do sol e ao pôr-do-sol consegue-se, muitas vezes, uma melhor luz e um jogo de sombras mais interessante nas fotografias. Também se conseguem tonalidades no céu muito mais bonitas.

2 – Não ter receio de fotografar fora da zona de conforto

Normalmente tem-se tendência a fotografar as tradicionais paisagens ou monumentos, devemos procurar ser criativos e olhar para outras situações como retratos ou macros. É também importante experimentar ângulos diferentes relativamente à cena a fotografar, sendo por vezes positivo agachar-se ou subir para um muro.

3 – Escolher um bom “pano de fundo”

Se o elemento principal tiver tonalidades claras é preferível escolher um fundo mais escuro e se for mais escuro tentar escolher um fundo mais claro. A textura do fundo também é um factor importante a ter em conta e sobre o qual se podem conseguir tirar efeitos muito agradáveis.

4 – Procurar minimizar distracções

Ao fotografar um determinado elemento devem-se procurar evitar outros elementos que causam distracções. Pode-se utilizar uma menor profundidade de campo para tornar esses elementos “blurred” de forma a minimizar o seu impacto.

5 – Foco no sítio certo

O elemento em foco numa fotografia é muito importante. Ao nível dos retratos é muitas vezes recomendável focar nos olhos da pessoa e, de certa forma, respeitar o provérbio popular que os olhos são o espelho da alma.

6 – Trocar de lentes correctamente

Se for necessário trocar de lentes no local é recomendável fazê-lo com o buraco da máquina fotográfica voltado para baixo, uma vez que o pó e a sujidade terão, tipicamente, mais dificuldades em se alojar dentro da máquina. Também se deve procurar sempre uma área menos ventosa para realizar este processo.

7 – Usar inteligentemente o flash convencional da máquina

O flash que as máquinas fotográficas trazem pode muitas vezes não ser a solução recomendável a ser utilizada, uma vez que muitas vezes cria artefactos às fotografias e não permite usar as sombras naturais do ambiente a fotografar criando fotografias pouco naturais. Existem formas de reduzir este defeito como colocar uma folha de papel em frente ao flash por forma a difundir mais naturalmente a sua luz.

8 – Planear com antecedência

Caso se vá para as montanhas é recomendável levar uma lente grande angular, se for para uma festa à noite é preferível levar uma lente com bastante abertura e se for para fotografar vida animal uma lente com um bom zoom é normalmente o mais adequado. É também importante verificar se a bateria da máquina está cheia e se o cartão de memória (ou rolo) tem espaço disponível.

9 – Aprender a matéria teórica

Existem alguns fundamentos que são praticamente obrigatórios de conhecer, como por exemplo os conceitos por trás dos modos de “shutter speed” ou “aperture priority” e também uma noção sobre o que é o ISO. De seguida, descrevo alguns conselhos relativamente a estes conceitos. No entanto, podem não ser os mais correctos visto que são apenas fruto da minha experiência pessoal.

Normalmente utilizo o modo de “shutter speed” em situações com pouca luz como, por exemplo, dentro de edifícios e normalmente com tempos algures entre 1/20 e 1/30. Quanto mais estático for o elemento a fotografar mais “lenta” pode ser tirada a fotografia (1/20) se o elemento se encontrar em movimento são aconselháveis valores mais “rápidos” (1/30). Obviamente quanto mais “rápida” for tirada a fotografia menos quantidade de luz entra no sensor, tornando as fotografias mais escuras.

Quanto ao “aperture priority”, uso tipicamente em fotografias de paisagens ou retratos. Em paisagens se for para obter uma profundidade de campo máxima uso valores na ordem dos f/11. Já em retratos é tipicamente aconselhável reduzir a profundidade de campo focando a fotografia na pessoa a fotografar, usando para isso valores na ordem dos f3,5 ou até menos em objectivas que o suportem como f2,0 ou f1,8 (valores tipicamente apenas disponíveis em objectivas sem zoom).

Quanto ao ISO, este diz respeito à qualidade da fotografia, valores de ISOs mais elevados (na ordem dos 800, 1600 ou superiores) apresentam nas máquinas mais convencionais já algum “ruído”, começando a aparecer um certo “grão” nas fotografias deteriorando a qualidade das imagens. Contudo, com estes mesmos valores elevados é possível fotografar em condições de pouca luminosidade e sem recorrer ao uso do Flash. Por exemplo, num concerto nocturno poderá ser necessário utilizar valores na ordem dos 800 relativamente ao ISO, conjugando com o modo de “shutter speed” com um valor a rondar os 1/30.

10 – Não leia só artigos como este

Não se limite a ler artigos como este. O que é mesmo importante é avançar para o terreno e fotografar, pois só assim se adquire experiência e conhecimentos práticos.


Preparar e realizar apresentações em público

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Dicas para ser um melhor web designer

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