A tipografia utilizada nos logótipos da Web 2.0

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O logótipo pretende representar graficamente uma determinada marca e para isso faz uso de um desenho, de uma tipografia específica ou de uma fusão de ambos. Neste artigo são listadas as fontes utilizadas nos logótipos de algumas das empresas mais influentes na era da Web 2.0 e são também recomendadas mais 10 fontes, gratuitas, que penso serem adequadas à criação de logótipos semelhantes aos dessas empresas.

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Comunicação através da Internet na era Web 2.0

Já no século IV a.C. Aristóteles afirmava que “O Homem é um animal social”, passados cerca de 2300 anos a realidade permanece e o Homem continua a ser naturalmente carente, necessitando de comunicar com outras pessoas para alcançar a sua plenitude. Contudo, e apesar desta necessidade permanecer inalterada, a Internet, e especialmente a forte adopção das ideias da Web 2.0, veio alterar drasticamente a forma de comunicação entre as pessoas.

O meio de comunicação agora usado com frequência é a Internet, permitindo o contacto quase instantâneo com qualquer pessoa no mundo. Criam-se por vezes redes bastante complexas e ampliadas, através de serviços como o Twitter ou o Facebook, que definem a nossa actividade social na Internet. Ainda assim, continuam a existir alguns núcleos bem definidos onde estão os nossos contactos mais próximos e outros que inclusivamente já conhecemos pessoalmente. Quanto a mim, o maior potencial das aplicações sociais da Web 2.0 é a facilidade com que estes núcleos rapidamente se interligam entre si e também a comodidade com que podemos saltar entre estes conjuntos diferentes de pessoas assumindo rapidamente contextos e papéis diferentes. Desta forma, é assim possível chegar mais comodamente e mais rapidamente a um maior número de pessoas.

No entanto, toda esta facilidade tem um inconveniente que é a falta de um convívio mais natural e transparente entre as pessoas. A Internet ainda não permite um nível de imersão suficiente que possibilite com que as pessoas se relacionem mais espontaneamente e a um nível mais íntimo. Nas interacções com as pessoas que não conhecemos pessoalmente, a Internet desempenha um papel maioritariamente com objectivos profissionais ou ao nível de troca de informações de carácter mais impessoal.

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Imagem da autoria de Ji Lee’s, clicar aqui para ampliar.

Ainda assim e apesar de estar normalmente associado um nível mais baixo de intimidade a serviços como o Twitter (e até o Facebook) estes podem claramente ter um papel importante num primeiro contacto entre as pessoas. Como referi podem ser excelentes formas de conhecer mais pessoas e também pessoas fora do nosso núcleo habitual do quotidiano, com as quais posteriormente se poderá construir gradualmente algumas amizades.

Não é viável, nem saudável, que a Internet seja o meio exclusivo de comunicação entre as pessoas, mas caso se consiga tirar partido o máximo partido das suas vantagens e atenuar os seus maiores defeitos penso que será cada vez mais um instrumento de união entre todos nós.


O fenómeno dos blogs

Um dos acontecimentos mais relevantes da Internet na actualidade é o crescimento exponencial do número de blogs. Inicialmente avaliado como um fenómeno passageiro e restrito a uma minoria de utilizadores, rapidamente se verificou o contrário e os blogs começaram a proliferar a um ritmo vertiginoso. Surgiu um novo espaço na Internet, caracterizado pela liberdade de expressão, onde existe a possibilidade de cada um de nós partilhar pensamentos e opiniões com pessoas de todo o mundo. Esse espaço é o conjunto de todos os blogs e forma uma nova comunidade conhecida como blogosfera. Este artigo pretende abordar a liberdade de expressão, proporcionada pelos blogs, levantar questões e procurar respostas, convidando-o a reflectir sobre o fenómeno blog. O presente texto ambiciona também, de uma forma sucinta, dar uma visão geral sobre o que são os blogs, explicando alguns conceitos básicos, mas especialmente despertar o leitor para o potencial que estes têm enquanto veículos de comunicação.

Existem várias obras sobre o tema que aconselho o leitor mais curioso a consultar, caso pretenda mais informações sobre o assunto. Destaco a dissertação de mestrado de Artur Vasconcelos Araújo intitulada de “Weblog e Jornalismo: os casos de No Mínimo Weblog e Observatório da Imprensa (Bloi)” (São Paulo, 2006) e também um trabalho de Catarina Rodrigues intitulado “Blogs e a fragmentação do espaço público” (Portugal, 2006).

A abordagem seguinte procura que o documento seja de fácil interpretação, inclusivamente para leitores não familiarizados com a área das novas tecnologias. Em primeiro lugar será explicado o nascimento do termo blog, seguindo-se uma reflexão por diversos tópicos intrinsecamente relacionados com o fenómeno dos blogs, sendo o artigo finalizado com uma breve conclusão.

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